Cá miando e cantando?
Seu primeiro texto:
____________________________________________________________________
“Muito me incomoda usar um martelo sem saber por que foi feito como foi feito. Em alguns casos, coloque uma conjunção aditiva entre o primeiro ‘feito’ e ‘como’”. Acostumei-me com estórias de pequeno e com a história (estória) da humanidade. Pensamos em períodos concluídos, lados opostos, aliados, estudamos movimentos políticos como se estes fossem a maioria, mas acredito que os homens daquele tempo, pequeno e mortais como nós, também ficaram à deriva sem ter para quem torcer.
Somos capazes de entender a maioria das coisas somente depois que estas se passem e se resolvam, digo desde questões menores, de relacionamento ou políticas até as mais extremas e filosóficas. Talvez alarme o leitor o fato de ter colocado como menores os assuntos de administração do (apesar de haver controvérsias) organizador da sociedade, explico: refiro-me a acontecimentos mundanos, retratados no jornal, que assim ficam sempre, sem que sejam abalizados sem a rotina, os quais, muitas vezes, sequer podem ser, você diria que um prisioneiro da Alemanha na Segunda Guerra, de quem muitas informações eram privadas, acreditaria que estava torcendo para o lado o qual dominaria mais adianta o mundo? Se alguém que não se incomoda em simplesmente dar marteladas, sim.
Assim, olhamos para o nosso ambiente, onde notamos serem patéticos muitos dos ideais românticos valorizados em tempos de ditadura, regido por seres cientes de que é preciso quebrar ovos, apesar de muitos comerem omeletes enquanto pregam que salvem os pintinhos. Educação e pobreza tornaram-se discussões sem fim, nas quais se assume o que é necessário, contudo nada é praticado/praticável: inúteis, ou seja. Numeramos megalópoles de representantes com rachas que se alvejam de cumprimentos sem nunca se conhecer: tudo isso e muito mais não merece ser considerado errado, pois, chorar a “decadência do mundo” é só um escape besta de consciências endossadas por novelas.
Enfim, bem ou mal, certos ou confusos, não fazemos diferença para o que parece nos levar. As coisas continuarão até que sejamos grupos de livros, e o que sobrar puder dar como entendido (sem sequer ter presenciado) o que dissemos que passamos quando só estávamos preparados para o que já acontecera. Estamos em estado de sítio, mas a narrativa não irá se sitiar.
(...e ainda falo como se estivesse certo)

5 Comentários:
Olha...oq eu estava escrevendo foi apagado, pq a besta aqui apertou um botão e foooi-se!
Mas resumidamente...
Eu adorei oq escreveu! Principalmente pq algumas coisas eu tinha pensado esse fds!
Depois escrevo algo melhor. Fiquei puta da vida com esse computador fdp agora! RUM!
Beijos!
Por
Anônimo, Às
21 de maio de 2007 às 11:55
Nossa q lindo nega..estou até chorando...o Saramago brasileiro...ou seria o Kanzi humano??/..huahuau
bjuss
"To te esperando"..
Por
Unknown, Às
21 de maio de 2007 às 12:34
AAhh, Não canso de falar para o Léo como ele escreve bem.....
esse garoto tem futuro [ pareco a Sueca falando] mas é verdade...
Léo , Amo você De mais
Kelly Nishida
Por
Anônimo, Às
22 de maio de 2007 às 16:21
Pois é senhor Leonaro, acho que talvez estivesse procurando alguém para contestá-lo não? rs Mas eu concordo plenamente.(aliás, a parte do homelete eu vou levar pra vida! rsrs adorei)
Você sabe o que fala e fala brilhante mente o que sabe.
Sabe que te adimiro.
Mais uma vez...saudades (esse vai pro mês de junho!)
Por
Unknown, Às
28 de maio de 2007 às 22:44
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Por
Unknown, Às
28 de maio de 2007 às 22:47
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial